Time A 11 x 10 Time B
Escalações e gols
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| Time A: Antônio (4), Gílson (2), Fábio (3), Roca (1) e Bernardo (1) |
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| Time B: Elio (2), Filippelli (2), Lula (1), Lukas (1) e Zé Augusto (4) |
Como foi o jogo
Se costumamos dizer que algumas coisas são conquistadas no grito, podemos dizer que a nossa partida dessa semana foi exatamente assim.
Vamos aos fatos: no dia do jogo, à tarde, 12 boleiros estavam confirmados. Porém, Santos pediu dispensa para tratar de assuntos profissionais e PC alegou um desconforto para não correr atrás da bola. Mesmo assim, foi ao Planet Ball Arena para o caso de alguma emergência.
Com 10 boleiros em quadra, o jogo começou bem movimentado, com o Time A saindo na frente no placar. Pouco tempo depois, o Time B conseguiu a reação e igualou o marcador em 3 a 3.
Foi quando o primeiro momento decisivo da partida aconteceu: Lukas cruzou uma bola na área e alegou mão do adversário. Gritou e parou, pedindo pênalti, mas o time adversário não aceitou o pedido. Cabe ressaltar que, no nosso "Regimento Interno não documentado", esse tipo de atitude – o fair play de acusar a irregularidade – deve partir do próprio infrator. E não foi o que aconteceu. O lance seguiu como se nada tivesse acontecido.
O jogo seguiu parelho, com o Time A sempre à frente do placar – às vezes por 3 gols de diferença – e o Time B encostando e até empatando. No finalzinho, o placar marcava 10 a 10, quando o outro momento decisivo aconteceu.
Fábio desferiu um chute de longe, que Elio defendeu com o pé. Na rebatida, a bola bateu no braço de Zé, que não estava aberto. Imediatamente, Antônio gritou, pedindo pênalti. Acabou levando, mais pela potência do pedido (diga-se escândalo) do que por qualquer outra coisa.
Importante ressaltar que, pelas regras do futebol, a bola que bate no braço colado ao corpo não significa irregularidade. No lance anterior, o braço no qual bateu a bola de Lukas estava aberto. Ou seja: ou os dois lances seriam pênalti, ou nenhum deles.
Pênalti marcado, o próprio Antônio bateu forte, no canto direito, decretando nova – e última – vantagem de sua equipe. Ele e Zé Augusto ainda ficaram discutindo sobre o lance, mas não havia mais tempo para a reação. O empate teria sido o resultado mais justo.
Sem dúvida, uma vitória conquistada no grito.
Lance Inacreditável
Foi quase um repeteco da semana passada: Zé Augusto recebeu um passe pelo meio e, com o gol praticamente escancarado, mandou por cima
Lance Demais
Uma bela jogada do Time A: passes curtos, em velocidade, formando uma grande triangulação, que resultou no gol de Fábio
Atuações
Time A
Antônio – Boa atuação. Movimentou-se bem e não foi fominha. No final, cavou um pênalti no grito, converteu e garantiu a vitória.
Gílson – Sua melhor participação em algumas semanas. Eficiente nos desarmes, desferiu um belo chute no ângulo e teve ótimo desempenho como goleiro.
Roca – Discreto, mas seguro na zaga. Avançou pouco e marcou um gol como goleiro-linha, ao chutar do meio da quadra.
Bernardo – Destacou-se nas antecipações aos passes adversários. Não estava bem de pontaria, mas foi importante para a vitória.
Fábio – Transformou em gol as chances que teve. Também ajudou na marcação e no bloqueio dos chutes.
Time B
Filipelli – Não comprometeu. Acertou mais do que errou e deu opção de passe para os companheiros e fez assistências.
Lula – Alternou bons e maus momentos. Teve azar em alguns lances importantes e marcou um gol com ajuda do goleiro.
Lukas – Começou errando passes, mas quando virou goleiro-linha, o time cresceu e seu futebol também.
Zé Augusto – Perdeu um gol incrível no início, mas recuperou-se e foi o destaque do time, com movimentação constante e quarto gols.
Elio – Entregou um gol para o adversário e depois compensou. Correu
Texto e fotos: Elio


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