sexta-feira, 15 de julho de 2011

Jogo 14/07/11

Gryffindor 8 x 8 Slytherin

Gryffindor: Marcelo (1), fabio (2), Gilson (2), PC (3) e Codevilla

Slytherin: Paco (1), Lula/Voldemort (2), Santos (1), Filipelli e Bernardo (4)

Na véspera da estreia do filme que marca o final da saga do bruxinho mais conhecido da literatura juvenil, os Amigos do Caroço estrelaram mais um festival de truques manjados e mágicas de terceira categoria no gramado artificial do Plant Ball Arena.

Enquanto o presidente Dumbledore Bandeira fazia a cobertura da visita da Presidenta Dilma num evento do outro lado da cidade, os bruxinhos do Caroço protagonizaram um jogo bem disputado e equilibrado.

De um lado, o time de Slytherin, com jogadores técnicos, bons armadores e de preparo físico regular. Do outro, Gryffindor apostou numa estratégia baseada na compactação e disciplina defensiva para conter os avanços do adversário e acabou saindo do confronto com dignidade. O empate, ao final das contas, acabou sendo um resultado justo para um jogo de altos e baixos.

Depois do jogo, alguns bravos integrantes ainda se reuniram ao redor da Silvinha, a churrasqueira cativa do Caroço no complexo Planet Ball, para locupletarem-se com pedaços de carne e pão e desesperarem-se com os acontecimentos do jogo Inter x Corinthians, que era transmitido na tevê.

L a n c e d e m m m m m a i s

O esquema Harry Potter do time de Slytherin não deu tão certo como imaginavam. No papel, era uma equipe superior tecnicamente.

L a n c e i n a c r e d i t á v e l
As mensagens de celular enviadas ao longo do dia (e depois do jogo!) pelo presidente Elio ao coordenador da partida, PC, mostraram ansiedade desmedida e uma certa falta de confiança nas varinhas dos bruxinhos do Caroço sem o seu mentor por perto.


P e r f o r m a n c e s

Gryffindor
Codevilla: com uma atuação segura, fez pouco uso dos tradicionais berros motivacionais com a zaga desatenta. Teve mais facilidade em defender os arremates de longa distância.
Gilson: o Homem Bom jogou com a costumeira aplicação, mesmo acusando a falta de ritmo depois de duas semanas de ausência. Lutou até o fim. Aliás, deve estar lutando até agora.
Fabio: Gradativamente, vem recuperando a movimentação. Carece de objetividade e pulmão, mas foi importante para a compactação da equipe, cumprindo bem a função de defender, além da participação no ataque.
PC: em plena preparação para participar da maratona na Antártica, em que vai correr de costas e sem camiseta, o papa-léguas do Caroço fez uma partida de disciplina tática invejável.
Marcelo: as baterias de exames de saúde às quais foi submetido ao longo da última semana não tiraram a garra que corre nas veias deste ex-atleta. Atuando como líbero, pecou várias vezes em passes errados, mas foi importante no sistema defensivo.

Slytherin
Santos: atuação segura. Santos segurou a camisa, o calção, o braço e os cabelos dos adversários, tornando-se o fiel da balança da defesa de um time com mais vocação para o jogo do meio para frente.
Voldemort: o Senhor das Trevas usou a carcaça já gasta do nosso atleta Lula para participar da partida. Com passes obscuros e dribles sobrenaturais, o Coisa Ruim deixou a quadra reclamando da marca de xampu que usa.
Filipelli: para a torcida feminina do Caroço ninguém brilha mais do que ele. Foi para elas que dedicou mais esta atuação criativa e disposta. Filipelli movimentou-se bem, até onde as pernas permitiram, possibilitando uma ampla variedade de jogadas para seu time.
Bernardo: no ataque: sempre um perigo. Na recuperação: um dos melhores. Na defesa: um operário. Apesar do pé mal calibrado, Bernardo foi um dos melhores em campo na noite chuvosa.
Paco: depois de duas semanas de ausência por conta de uma viagem à China, Paco ainda mostrava estar sob o efeito do fuso horário daquele país. O meia, no entanto, protegeu bem a bola na maior parte do jogo, dificultando a marcação adversária.

Marcelo e a prova de que deu sangue (pelo time?)

Texto e fotos: Marcelo

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