sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Jogo 30/08/12

Placar: Time A 11 x 12 Time B



Time A: Elio, Fábio (3), Lula (2), Gílson (2), Bernardo (2) e Zé Augusto (fora da foto, 2)



Time B: Cristiano (2), Filippelli (2), Santos, PC (5) e Marcelo (3)

Jornada classuda dos Amigos do Caroço: futebol, cãibras, churrasco e cerveja!

A gurizada chegou numa boa, batendo papo, comentando sobre o tempo, política e, é claro, futebol. Os gremistas, de peito mais estufado, vieram com seus cálculos de quanto falta pro título e que este é o verdadeiro grêmio que onde já se viu passar tanto tempo sem ganhar nada, mas agora sim os colorados iam ver o imortal e blablalbla.

Os colorados chegaram com cara de guri cagado, fazendo cálculos de quantos treinadores estão no mercado ou quantos dias o Fernandão precisa para virar a mesma porque onde é que já se viu um clube grande como o Inter estar numa situação como esta, tendo o melhor grupo do Brasil e blablabla.

A bola rolou e o que se viu foi o de sempre, francamente. Um jogo limpo e parelho. Não exatamente parelho o tempo todo pra todo mundo, sabe.

Na primeira metade da partida, o time com coletes jogou melhor e manteve uma vantagem de cinco gols. A coisa mudou na segunda metade do jogo. O time que controlava, não controlou mais e a diferença no placar foi caindo. O time sem coletes acreditou que dava e foi indo pra cima, naquele esquema padaria (ataca em massa, defende em bolo).

O time B respirou aliviado quando ouviu a sirene que decreta o final do jogo.
Vitória.
Exígua.
Três pontos.

Mas quem se importava? Era dia de Silvinha!

Macacada reunida ao redor da calorosa e o Filippelli comandou os espetos. Grande Filippelli. Poderia ser um homem bom, mas agora tem carteira da OAB do Piauí também, aí já viu, né?

Seis bravos boleiros ficaram pro churrasco e aproveitaram a ocasião para formalizar duas instâncias administrativas do Caroço: o departamento jurídico e o conselho fiscal. 

A função do departamento jurídico é livrar alguém da cana se a coisa ficar feia e avisar se tem blitz nos arredores do Planet Ball (e orientar para como escapar da mesma!). A função do conselho fiscal é cornetear.



Departamento jurídico



Conselho fiscal

Grande noite, como há muito não se via. Prova disso é que a prosa se estendeu madrugada a dentro. Risadas, opiniões, polêmica e até história de fantasmas. 

E a trilha sonora do papo descontraído...

Avaliação do futebol de cada um:
Time A
E l i o : Teve uma atuação razoável, movimentando-se mais do que o costumeiro expediente de poste elétrico. Por conta disso, pode distribuir bem alguns passes. Anda usando as mãozinhas pra empurrar os adversários à medida que avança. Estamos de olho!
F á b i o: Uma boa partida. Foi participativo e relativamente eficiente na construção de jogadas. Estava atento à marcação.
L u l a: Levou uma bolada na região da olaria. Daquelas que faz barulho tipo "pow", quando bate. Antes disso, andava errando passes, chutando sem pontaria e até xingando a si mesmo. Depois da bolada, sentou num cantinho, fez promessa e o futebol melhorou.
G í l s o n: Que homem bom. Gilson se dedicou pra caramba. Foi um dos que mais acreditou na virada, por isso pegava a bola rápido e colocava em jogo.
B e r n a r d o: a mira do Bernardo anda descalibrada, mas isto não é o suficiente para fazer com que seu futebol seja desqualificado. Sempre uma figura importante.
Z é   A u g u s t o: Chegou atrasado e nem saiu na foto oficial, o que, como todos sabemos, o faz ficar menos valorizado no Cartola FC. Em campo, colaborou na armação de jogadas, procurando sempre o companheiro melhor colocado.

Time B
C r i s t i a n o: Ele vai ser papai de novo daqui a um mês e, por isso, tem jogado com mais empenho. Foi bem nas bolas aéreas, terrestres e aquáticas, mas acusou falta de fôlego em alguns momentos. Mas, francamente, quem é que estava inteirão naquela quadra?
F i l i p p e l l i: Dono do time. Um organizador, uma liderança, um exemplo cívico. Filippelli subiu ao ataque e desceu à zaga com a desenvoltura de um antílope nas savanas africanas.
S a n t o s: A técnica de marcação fica cada vez mais apurada. Com olhos de lince e a vivacidade da raposa, Santos soube cuidar da cozinha do time com competência, mesmo quando era o último homem.
P C: O Robocop do Caroço veio à campo com uma missão. Na verdade, não era bem uma missão, mas um pedaço de papel com as escalações dos times. PC esqueceu o bilhetinho em casa e teve que lembrar de cabeça quem iria jogar com quem. Em campo, foi o de sempre: sagaz e efetivo.
M a r c e l o: Por conta das viagens, não anda conseguindo encaixar uma sequencia de 4 partidas, o que lhe ajudaria a retomar o ritmo de jogo. Mesmo assim, estava ali em campo, ora ajudando, ora atrapalhando. Vive de momentos brilhantes e outros vexatórios. Mas não tomou bolada no saco.

Texto, fotos e corneta: Marcelo

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