terça-feira, 22 de abril de 2014

Jogo 17/04/2014

Placar: Time A 9 x 7 Time B


Escalações e gols


Time A: Cristiano (2), Fábio (2), Mário (1), Lukas (1) e Lula (3)

Time B: Bruno (1), Marcelo (2), Gílson (1), Elio, Antônio (3) e Marcus


Como foi o jogo

Pelada que se preze não tem juiz. E no Amigos do Caroço não é diferente. 
Além da máxima "Pediu, é falta", não há muitas regras definidas – com a exceção de se evitar os carrinhos perigosos, para evitar que alguém falte ao trabalho no outro dia. 
A ideia é apostar no senso de "fair play" e na honestidade de cada um.

Mesmo assim, em alguns jogos, os boleiros parecem querer incorporar o Carlos Simon (foto) e passam a "apitar" mais do que o ex-árbitro de Copa do Mundo. 


Simon, meste do apito e ídolo para muitos

Nessa semana, o Time A foi "beneficiado" pelos lances de "arbitragem". Pelo menos quatro lances que seriam discutíveis resultaram em faltas a favor da equipe de coletes. Não que elas tenham resultado em gols, mas acabaram impedindo a posse de bola ou o contra-ataque adversário.

Cristiano dominou pelo meio, foi tocado e caiu. "Falta", pediu. E levou.
Fábio arrancou pela ponta e não alcançaria a bola, mas se julgou obstruído por Elio. Pediu falta e também levou.
Mário disputou a bola com Marcus. Os dois levantaram o pé. Mário pediu falta e ganhou. 
Gílson sofreu carga de Mário, falou a frase clássica e foi outro favorecido.
É preciso ressaltar que o atacante Antônio, que costuma discutir bastante sobre os lances que podem virar penalidade, se absteve dos debates e se concentrou apenas no futebol.

Em um dos lances, caso existisse, a arbitragem poderia ter mudado o resultado: Antônio havia levado uma bolada no rosto e estava se recuperando, quando Mário bateu o escanteio e Fábio chutou para o gol, com o goleiro prejudicado.
Em uma partida com juiz, é quase certo que o lance seria anulado. Mas o gol valeu e acabou ajudando sua equipe a garantir a vitória.

E a discussão entre Lula e Marcelo poderia ter sido alvo de cartão amarelo para os dois boleiros. Mas Marcelo achou melhor deixar a quadra para não aumentar o caso e acabou enfraquecendo sua equipe.

Polêmicas à parte, o placar final, com pouca diferença de gols, acabou fazendo justiça ao time que errou menos e pediu mais faltas. 

Lance Inacreditável

Fábio recebeu livre, na cara do gol, driblou o goleiro Elio e se perdeu com a bola pela linha de fundo

Lance Deeeemmmmaaaiiis

Lula dominou pela meia-direita e mandou um balaço no ângulo

Atuações

Time A

Lula - Foi o melhor da partida. Além de ser o goleador da noite, foi eficiente na transição entre a defesa e o ataque. 
Lukas - Seguro na marcação, ganhou a maioria das jogadas. Marcou gol num rebote.
Cristiano - Oportunista, fez gols importantes dentro da partida.
Mário - A mesma habilidade de sempre. Bons passes, mas poucos chutes.
Fábio - Perdeu um gol inacreditável, mas aproveitou as outras oportunidades. 

Time B

Antônio - Tabelou mais do que chutou, e isso foi um avanço importante. 
Gílson - Correu por ele e por mais uns dois companheiros de time. Praticou boas defesas.
Marcelo - Estava bem na partida até sair antes do final. Fez falta para a equipe.
Bruno - Quase todas as jogadas passaram por ele, mas teve dificuldades com a marcação.
Marcus - Bem na zaga, parecia sem explosão e avançou menos do que poderia.
Elio - Apenas um passe digno de nota. No gol, falhou em um chute fraco de Cristiano.

Celebração

A conquista do tetracampeonato gaúcho motivou uma presença maciça dos Colorados do Caroço. Nove dos 11 boleiros que jogaram nessa noite são torcedores do Internacional e celebraram mais uma conquista de seu time (veja a felicidade na foto abaixo). A derrota no maior clássico inibiu a presença de Tricolores como Filippelli, PC, Zé Augusto e Bernardo, que alegaram outros compromissos para não comparecem ao Planet Ball Arena.


Colorados celebram mais uma conquista sobre o maior rival 


Texto e fotos: Elio

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