segunda-feira, 10 de julho de 2017

Jogo 06/07/2017

Placar: Time A 8 x 11 Time B

Escalações e gols

Time A: Matheus (2), Lula (2), Fábio (2), Gava (1) e Carlos (PC fez 1 contra)

Time B: Filippelli (2), PC (2), Mairon (2), Marcus (5) e Santos

Como foi o jogo (*por Renato Gava)

Uma batalha definida em detalhes, de nível técnico muito bom. Assim foi a partida do Amigos do Caroço do dia 6 de julho. Com o presidente Elio afastado ausente devido a problemas de corrupção viagem, todos se mobilizaram para encontrar guerreiros. O quórum foi mínimo, mas a entrega, máxima. Como no filme 300, diria o folclórico boleiro e cinéfilo Antônio...

O Time B sempre esteve sempre à frente do placar, mas o Time A, mesmo alvejado, demorou a cair. No final, faltou bala na agulha para os boleiros de camiseta branca, que viram o adversário abrir 11 a 8.

O líder da gangue colorida (ui!) foi Marcos. O xerifão da zaga, desta vez, virou atirador de elite. Tal qual Giuliano Gemma (Mairon e Matheus, procurem no Google ou consultem seus pais/avós), sua munição parecia não ter fim. E, de onde atirava, acertava o alvo.

Já os branquelos pareciam estar com espingarda de cano curto: espalhavam chumbo para todo o lado, mas não conseguiam derrubar um bicho grande. Chegaram a empatar a partida em 6 a 6, mas aí a munição foi ficando escassa e a mira, torta. Em um duelo tão equilibrado, isso foi fatal.

Atuações

Time A

Carlos – não repetiu as excelentes jornadas anteriores. Conseguiu algumas boas tabelas, mas a pontaria não estava tão equilibrada na hora das conclusões. Mesmo assim, mostrou um futebol simples e confiável como o tradicional trêsoitão. Nota 6,7

Lula – o sempre esforçado boleiro, desta vez, desanimou cedo demais. No gol, pegou o que dava e evitou uma derrota acachapante. Fez dois gols com a precisão de uma Glock .40 – que, aliás, combinam com sua feição austríaca. Nota 6,8
Fábio – mais raçudo do que de costume, correu bastante e foi solidário na marcação. Mostrou tiros fortes, mas faltava rapidez na hora de recarregar (o fôlego). Uma garrucha. Nota 6,9

Gava – parece estar sentindo o peso da idade. Fez um belo gol, guerreou em quadra, mas brilhou pouco. Quando tentava ir par ao corpo a corpo, já tinha sido alvejado. Um facão já gasto – porém, ainda, com cabo. Nota 5,3

Matheus – a longa parada não parece ter feito bem ao mascote do AC. Começou o jogo com um golaço e depois fez outro. Mas errou passes demais, se enrolou com a bola e não teve forças na marcação. Ainda levou um xingão do padastro. Numa batalha onde arma de fogo era essencial, não passou de um canivete. Nota 5,4

Time B

PC – Foi algoz de fogo amigo – fez um gol contra. Mas, ao melhor estilo italiano, soube marcar forte atrás e ir ao ataque com qualidade. Correu sempre de maneira certa e precisa. Pelo encaixe e pelo estilo, foi uma Beretta 9mm – leva a nota do calibre. Nota 9,2.
Marcos – foi o diferencial da partida. Marcou muito mais gols que de costume. Muitos tiros e pontaria espetacular. Estava sempre pronto para fuzilar o adversário. Fuzilar? Sim, tal qual um moderno M-16. Nota 9,8

Mairon – Uma de suas melhores partidas no ano. Foi bem na marcação e no ataque. Sou usar a altura e as pernas compridas. Foi a mais potente arma do time. Por analogia, a temida Desert Eagle.50 – pelos dois gols, uma dourada cai bem pra ele. Nota 9,7

Filippelli – não deu muitos tiros, mas quando atirou, acertou. O físico lembra mais as poderosas bazucas, mas a precisão é de um rifle Smith & Wesson. Nota 7,3

Santos – para não deixar a parceria mal, mesmo lesionado ele foi para a batalha. E fez a dele. Sua arma foi proteger os parceiros. No meu time, geralmente é um gatinho, mas o desenho de sua arma mostra no que ele se transforma quando está no adversário. Nota 7,5

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